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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

como tirar manchas?

Como tirar manchas de óleo?
Você tem algumas opções para se livrar desta mancha.
Limpe o local com álcool ou benzina e lave em seguida com água e sabão neutro.
Outra opção é fazer uma mistura com uma parte de água oxigenada com quatro partes de água fria e passar em cima da mancha.
Em seguida lave com sabão em pó. Esta opção pode ser mais indicada para o tecido branco, pois o colorido pode desbotar.
Como tirar mancha de coca cola de tecidos?

Basta limpar a mancha com água bem fria ou até um pedaço de gelo. Depois lave normalmente. A água morna ou quente sempre ajuda a fixar a mancha.
O que fazer para tirar a mancha de molho de tomate?

Primeiro coloque detergente neutro em uma colher (chá) e despeje em um copo de água morna. Passe sobre a mancha. Em seguida, misture uma colher (chá) de amônia em meio copo de água.Passe sobre a mancha.Por fim, passe esfregue o local com uma esponja com sabão neutro e enxágüe com água.
Como tirar mancha de batom de tecido?

Você tem algumas opções para se livrar desta mancha. Limpe o local com álcool ou benzina e lave em seguida com água e sabão neutro. Outra opção é fazer uma mistura com uma parte de água oxigenada com quatro partes de água fria e passar em cima da mancha. Em seguida lave com sabão em pó. Esta opção pode ser mais indicada para o tecido branco, pois o colorido pode desbotar.
As camisas de cores claras do meu marido sempre ficam com manchas amareladas em baixo do braço. Como faço para tirá-las?

Essas manchas ocorrem porque provavelmente ele veste a camisa enquanto o desodorante ainda não secou. É a reação do desodorante ainda líquido com o suor. Para tirar esta mancha é preciso colocar sobre ela uma solução feita com metade de álcool e metade de amoníaco. Mas cuidado com este último produto, pois é tóxico. Outra opção é deixar a peça de roupa de molho em solução de água e sal.
Caiu shoyo na minha roupa. O que eu faço?

É fácil. Peça ao garçom um pouco de nabo ralado e esfregue em cima da onde caiu o shoyo. Você verá que as manchas irão sumir na hora. Se necessário, peça mais e repita o processo. Se, por algum acaso, você esquecer de fazer na hora, faça o mesmo logo que chegar em casa
Derramei vinho tinto na minha toalha favorita e não sei o que fazer.

Simples. Tire o excesso de vinho com um guardanapo, em seguida coloque um pano em baixo da toalha e coloque vinho branco em cima da mancha vermelha. Deixe um tempo e, em seguida, lave a mancha com água morna.
O que fazer quando a roupa do seu filho ou marido chega cheia de graxa?

Em primeiro lugar, retire o excesso da graxa com papel absorvente. Depois, misture aguarrás e água na mesma quantidade e aplique sobre a mancha. Outra opção é aplicar benzina sobre o local. Deixe agir por alguns minutos e lave normalmente.
O que fazer quando algo gorduroso cai na roupa?

Uma opção é colocar bastante talco em cima da mancha e deixar agir por algum tempo. O talco vai neutralizar a gordura. Depois, retire o excesso de talco e lave com sabão em pó. Se a mancha não sair, quando a roupa secar, passe talco sobre o local e repita o processo. Se o tecido for seda, coloque benzina ou éter em um algodão e aplique na mancha. Em seguida, lave normalmente.
Manchei uma roupa com ferro muito quente. O que faço agora?

O local precisa receber vapor de água.Para isto, ligue o chuveiro no mais quente possível, feche o banheiro e deixe a roupa no ambiente(não pode molhar ).Em seguida, misture sal e limão fazendo uma solução.Passe na mancha.Depois, lave - a normalmente.
Minhas lingeries brancas amarelam facilmente com o tempo. O que fazer?

Antes de lavá-la, deixe de molho em uma bacia com água e bicarbonato de sódio. Em seguida, lave-a normalmente. O amarelado irá sair. Se necessário, repita o processo antes da lavagem seguinte.
Roupas brancas que ficam guardadas por muito tempo ficam com manchas. Existe alguma forma de prevenir estas manchas?

Existe sim. Da mesma maneira que guardar um vestido de noiva exige cuidados extra especiais, roupas de festas brancas ou mesmo aquelas que não são muito usadas também merecem o mesmo cuidado, que aliás, é bem simples. Basta envolver a roupa ou vestido com um lençol azul e guardá-la, se possível, em uma caixa. Assim ela não amarela nem mancha.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ih, venceu!

Ih, venceu....

Tudo na vida tem um prazo, inclusive você. Sim, você um dia vai vencer para o seu empregador, e é hora de mudar. É bom que você perceba o quanto antes que isto aconteceu, para conseguir sair antes que a situação fuja do controle.

Mas, e quando estamos com alguém vencido? Não raro temos em nossa casa uma peça raríssima nos dias de hoje – EMPREGADA DOMÉSTICA. Mas este ser em extinção também vence.

Com detectar o vencimento?

Não, ela não vai faltar com o respeito, faz tudo como antes, só que diferente. Horário de chegar – não tem, todo dia o ônibus atrasa, não passa, chega cada vez mais tarde. O serviço, não consegue mais fazer. Daí você começa a montar uma pequena empresa, afinal, é de confiança. Quando pára e vê, você está com a a passadeira, a faxineira, a copeira, o motorista, o lavador de carros, o caseiro, e a empregada. Que raios ela está fazendo então?

A principal característica da empregada vencida é o não cumprimento dos horários. Você tem horário para chegar no seu trabalho, ela não. O horário para sair também deixou de existir. Quando você percebe, ela trabalha 6 horas, ou menos, sim, ou menos, porque chega, ainda vai tomar o café (que você acaba fazendo), almoça, e nada disto é descontado do horário de trabalho (embora você trabalhe 8 horas, com 2 de almoço, e para não ficar metade do dia na rua, acaba engolindo e comendo em 30 minutos).

Pior é quando esta falta de horários começa a influenciar o SEU horário. Aí...bem, não tem como dizer pro chefe que foi um evento em cadeia. “minha empregada perdeu o ônibus, chegou tarde, tomei café da manhã tarde, o almoço também atrasou, e por isto estou aqui a 1 da tarde, e não ao meio dia, como deveria ser”. Não, efeito dominó não é possível.

Para evitar o efeito dominó, você acaba não almoçando. Oras, bolas, se ela é paga para fazer o almoço, e você está saindo sem almoçar, por que vai mante-la?

Da mesma forma que você, ela possivelmente não está satisfeita com o serviço (se estivesse, não agiria assim, correto?). Seja sincera, pergunte se há algum problema, coloque as cartas na mesa. Nada de falar mal da empregada para meio mundo e trata-la como se nada estivesse errado. Ter alguém de confiança é muito bom, mas cada um sabe o seu limite. Se, após uma conversa sincera, ela realmente não mudar, o jeito é você mudar quem você emprega.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

VISITAS AO BEBE X IDA AO SAFARI

Todo mundo que acaba de ter um bebe adora exibir a cria, mas com moderação, nao é? tem visita que parece que NUNCA viu um filhote de humano, e se sente no direito de apertar, amassar...um momento Felícia. Mas o bebe está dormindo!!! Sim, bebes dormem, trocam o dia pela noite, acho que o povo pensa que é historia de mãe.

Então, segue pequena história, contando o que acontece no Safari.

Um casal noruegues ve na televisao que nasceu um filhote raro de leão na savana africana,
que tem um olho azul e o outro verde.. Tao logo descobrem que
há vagas para o proximo safari, compram tudo - passagem, repelente, maquina extra....zoom que dá para ver as celulas epiteliais do felino. Embarcam rumo a africa, a viagem é cercada de muita expectativa, afinal eles vao ver o leao de olho azul e olho verde.
Chegam no aeroporto, seguem rumo a savana....
roupa de explorador, safari fotografico vai começar!
Chegam ao local em que o pequeno leão está. Mas.....O LEÃOZINHO ESTÁ DORMINDO!!!!!!
esperam 20 minutos.....
30 minutos.....
nada de o leão abrir os olhos!!!! dorme o sono dos justos.
Eles ficam lá, aguardam por 2 horas......

NINGUEM APARECE PARA SACOLEJAR O LEÃO.
NINGUEM SE ARRISCA A MEXER NO LEÃO....
SAbe que a leona não vai deixar......

E não tem ninguem do passeio atiçando o bicho para acordar.

O casal também não recebe reembolso do dinheiro, afinal...o passeio foi feito. Nâo viram o leão com o olho aberto, mas viram o leão.



a grande dúvida que surge é - se as pessoas conseguem ter este comportamento com o filhote de leão, porque insistem em querer acordar um bebe quando visitam? Será que acham que a natureza da leona e da mulher são tao diferentes????

vamos lá - quem vao ao zoo, nao tem ninguem pra acordar o leão, o tigre. Se ele está dormindo, voce não tem reembolso do ingresso.

Esta é a nova politica de visitas. Ta dormindo??? HORARIO DE FUNCIONAMENTO DO BEBE ACORDADO - DE 00 AS 06H00.



sábado, 6 de junho de 2009

exercícios durante a gravidez


O perigo da obesidade para as futuras mamães

A fome pode estar ligada a alterações psicológicas e emocionais

A gravidez é um momento delicado e requer cuidados especiais, principalmente quando o assunto é a alimentação que, nessa fase, tem relação direta com a saúde da mãe e a do bebê, tanto na vida intra-uterina como no futuro. A obesidade na gravidez é um problema comum e perigoso. Cerca de 45% das mulheres obesas no mundo ganharam peso após a gravidez. Para a psicóloga e criadora do método de emagrecimento Forma Leve, Yara Daros, a fome não é apenas uma necessidade fisiológica e também pode estar associada a alterações psicológicas e emocionais, como períodos de ansiedade e fragilidade, que podem levar à compulsão alimentar.

Segundo o RDI (Recommended Dietary Intakes), tabela com as recomendações universais sobre alimentação, gestantes a partir do terceiro mês de gravidez devem ingerir apenas 300 calorias a mais do que o normal, totalizando 2.800 calorias por dia. Considera-se que as gestantes de baixo peso ganham em torno de 15 kg; as de peso adequado, entre 10 a 12 kg; e as com sobrepeso ou obesas, entre 6kg e 7kg.

"Ganhar peso excessivamente no período gestacional ou iniciar esse período com sobrepeso ou obesidade são fatores de risco para complicações como diabetes, hipertensão e pré-eclâmpsia, principalmente no final da gestação. Esses males são duas a seis vezes mais comuns em mulheres com excesso de peso" ressalta Yara.

A obesidade durante a gestação também está associada ao maior índice de mortalidade dos recém-nascidos, principalmente no período perinatal, além do nascimento de crianças com defeito no tubo neural, estrutura que dá origem ao cérebro e à medula. A média de peso dos bebês também é maior que o normal, o que pode provocar riscos obstétricos durante o parto, contribuindo para a maior taxa de cesáreas.

"As mulheres que ganham muito peso durante a gravidez têm hábitos alimentares ruins e que, possivelmente, continuam depois do nascimento do bebê. Para as que iniciam a gravidez com sobrepeso ou obesidade, nenhum aumento calórico é recomendado", explica Yara. Ela complementa que, no entanto, o período de gestação não é o mais adequado para perder peso e é fundamental que a gestante com sobrepeso receba orientação alimentar adequada para não colocar a sua vida e de seu bebê em risco.

Dicas para uma gravidez saudável:

 Beba água constantemente, de 1,5 a 2 litros por dia.

 Consuma pelo menos três frutas por dia, além de legumes e verduras no almoço e jantar. Esses alimentos são ricos em fibras, que previnem a prisão de ventre, muito comum na gestação.

 Fracione as refeições em seis a oito vezes ao dia, com pequenas quantidades, e mastigue devagar. Consuma alimentos com baixo teor de gordura e evite ingerir líquidos durante as refeições, para facilitar a digestão e evitar azia.

 A carne é muito importante nesse período, por ser rica em ferro e proteínas. O ferro pode ser melhor absorvido se consumido com frutas ricas em vitamina C, como kiwi, laranja, limão, acerola, tangerina e abacaxi.

 A amamentação é a grande fonte de perda de peso para a grávida. A mulher que amamenta perde de 400 a 500 calorias por dia. Isso equivale à quantidade de calorias perdidas em mais de uma hora de exercícios aeróbicos.

Exercícios físicos são fundamentais durante a gestação

A prática de exercício físico é recomendada para todas as gestantes, pois há benefícios tanto para a mulher quanto para o bebê. Dentre eles, está a diminuição das complicações obstétricas, maior controle do ganho de peso da mãe, melhora no condicionamento físico, atuação no estado psicológico e social, e diminuição da depressão e do estresse.

De acordo com a Dra. Fabiane Sabbag, médica ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, os exercícios físicos são muito importantes durante essa fase, porém, é recomendável que a gestante tome alguns cuidados. "Ao praticar atividades físicas, deve-se usar roupas leves, evitar altas temperaturas e beber muita água para se hidratar", recomenda.

Para a especialista, as melhores atividades são feitas na água, como natação e hidroginástica, pois evita as forças gravitacionais, melhora as dores lombares e o inchaço."Ioga também é uma boa alternativa para manter o tônus muscular e melhorar a flexibilidade", completa.

Ao escolher o tipo e a intensidade dos exercícios, a gestante deverá ter a liberação do médico e o auxílio de um profissional da área, pois as atividades variam de acordo com o período da gestação. A pessoa que nunca praticou exercícios físicos deve iniciar com atividades de baixo risco, como caminhadas, natação e hidroginástica leve. Já quem está habituada poderá continuar com o programa habitual, apenas deverá modificar a intensidade e velocidade, à medida que a gravidez evoluir.

"Esta prática poderá ser contra-indicada em casos específicos, principalmente em mulheres com doenças cardíacas, trabalho de parto prematuro, gravidez múltipla, feto com crescimento inadequado, entre outras. Portanto a prática de atividade física irá depender da liberação ou não de um médico", afirma Fabiane.

Dieta, vitaminas e Gestação

Além da prática de exercícios, é importante que nessa fase a mulher se atente também à alimentação, para evitar ganho excessivo de peso. Uma alimentação adequada é muito importante durante a gravidez para o bem-estar materno-fetal. Segundo a especialista, as recomendações nutricionais devem ser adaptadas seguindo as necessidades específicas e variações individuais, como ganho de peso, tamanho do feto, pré-natal de alto risco, entre outros. Deve ser elaborada uma dieta adequada para cada gestante e para o bebê.

Outro ponto a ser considerado é a alteração da presença de vitaminas no organismo. "A concentração plasmática de muitas vitaminas e sais minerais se alteram na gravidez, podendo aumentar ou diminuir no organismo materno. Portanto, é importante o uso de suplementos vitamínicos específicos durante a gravidez", diz.

Para quem planeja engravidar, a médica recomenda que a paciente procure um especialista e, com sua indicação, inicie três meses antes o uso de ácido fólico, que previne a má formação do sistema nervoso central do bebê, como anencefalia e espinha bífida.

http://guiadobebe.uol.com.br/gestantes/exercicios_durante_a_gravidez.htm

10 COISAS QUE VOCE DEVE TER NA COZINHA

tradução livre e desimpedida desta que vos fala.
original, in english: http://ideas.thenest.com/dinner-recipes/cooking-advice/Slideshows/must-have-kitchen-tools.aspx?page=2




Você vai amar estes medidores multicoloridos de silicones. Ocupam pouco espaço e SURGEM DO NADA quando você precisa. Ah, não se esqueça das colheres medidoras!











Este gadget é bonito para os olhos, mas terrivel contra os dentes de alho!!! Ninguem merece ficar com os dedos cheirando a alho (nem se o drácula batesse à sua porte).









um rolo que todos adoram, porque parece ser fa´cil de sentir a massa.









Confesse: cozinhar para apenas 2 pessoas é mais facil quando voce tem tooodos os ingredientes ali, a mão, e é só colocar na panela. Estes potes também funcionam como petisqueiras.








Este cortador de pizza faz com que você consiga cortar fatias da maneira mais facil possível!!!! você faz menos força para cortar, e ainda vai na maquina de lavar.













isso faz tudo! corta, fatia, cubinhos....
(disponível, um similar beeeem mais barato, em lojas de 1,99!)
Este daqui está no site a míseros 100 dolares!





















Divisor de medidas! ótimo para recém casados!
Você pode cozinhar para uma multidão, fazer um romantico jantar a luz de velas, que ele te ajuda a multiplicar ou dividir as medidas. Ah, é magnetico!!! fica bem a mão (pendurado na sua geladeira, por exemplo).












Você não precisa de espremedores de suco diferentes para limão, lima, laranja.....este espremedor tem opção para os 3!













Você precisa de um saca-rolhas de gente grande para quando for se deliciar com o vinho. Este modelo dizem ser tudo de bom, é ergonomico e abre a garrafa em 3 segundos!












Nenhuma, isto mesmo, NENHUMA cozinha é realmente uma cozinha, ou melhor Cozinha (com c maiusculo) se não tiver um jogo se facas, de qualidade. Ter várias facas é uma obrigação para quem faz várias comidas.
shhhhh - se não fizer, pelo menos tira uma onda!!!!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Matéria REvista Epoca - OS CONFLITOS DA NOVA FAMÍLIA

Os conflitos da nova família

O caso Isabella expôs os conflitos nem sempre declarados entre madrastas, enteados e meio-irmãos. Como lidar com o ciúme, as brigas pelo poder e a rejeição

Martha Mendonça


O modelo clássico de família, em que o casamento era visto como uma instituição indissolúvel, começou a ruir na segunda metade do século passado. A autonomia da mulher, a legalização do divórcio, o aumento do número de adoções e a explosão do número de mães solteiras ajudaram a compor o atual mosaico da nova família. No passado, quando o amor entre homem e mulher acabava, o casamento sobrevivia em nome da coesão familiar. Hoje, ao menos em tese, a aspiração de um dos parceiros à felicidade individual se tornou razão legítima para romper o vínculo do casal. O aumento progressivo do divórcio criou em muitas famílias um emaranhado de papéis: madrastas, padrastos, enteados, meios-irmãos, sogros e ex-sogros provenientes de duas ou mais uniões. Quanto maior o número de casamentos e, conseqüentemente, de “ex” e de descendentes, maior e mais complexa a árvore familiar.

Essas mudanças foram acompanhadas por outra, no discurso para tornar “aceitáveis” essas novas situações e os conflitos que elas naturalmente suscitam.“É comum que o marido ou a mulher – às vezes ambos – levem para o casamento filhos que são fruto de uma relação anterior. Espera-se que isso aconteça sem complicação: afinal, se descasamos e casamos por amor, por que o amor não reinaria pelo lar todo?”, escreveu em artigo recente na Folha de S.Paulo, a propósito do assassinato da menina Isabella Nardoni, o psicanalista Contardo Calligaris. A psicóloga americana Judy Osborne, que estuda a construção de novas famílias há duas décadas e criou o site Stepfamilies Associates, em que discute os mitos em torno do novo núcleo, cita alguns mitos que perturbam as novas famílias: 1) que o amor entre todos os membros se estabelece instantaneamente; 2) as crianças têm de vir sempre em primeiro lugar; 3) padrastos e madrastas são maus; 4) um novo bebê vai criar o elo que falta para todos. “Adultos e crianças precisam se desprender desses mitos e criar sua própria experiência”, diz Judy.

No fórum da Associação de Madrastas e Enteados, há troca de experiências e desabafos. Ali, as ex-esposas são chamadas de “exus”

Quatro anos atrás, em reportagem de capa sobre as “novas famílias”, ÉPOCA afirmava que a instituição familiar tinha se adaptado aos novos tempos e que havia lugar para a igualdade e o respeito entre todos os integrantes. Isso continua a ser verdade. Na maioria das famílias, “ex”, padrastos e enteados convivem em paz. O caso Isabella é uma raríssima exceção em que o conflito parece ter desembocado em uma violência incomum. Por sua estúpida brutalidade, fez lembrar que as transformações da família são fonte de conflitos nem sempre declarados, que podem vir à tona a qualquer momento. É particularmente chocante, nesse sentido, o contraste entre a cena harmônica do pai de Isabella, sua madrasta e seus meios-irmãos de mãos dadas, fazendo compras no supermercado, e o crime bárbaro cometido horas depois, pelo qual o casal foi indiciado.

Nem sempre, principalmente nos primeiros anos do segundo, terceiro ou enésimo casamento, as relações são amenas. Ciúme, brigas pelo poder, a sombra dos ex-cônjuges e dificuldades de relacionamento entre os enteados podem ser o estopim de uma guerra. O psicólogo americano James H. Bray, do Baylor College of Medicine, em Houston, no Texas, acompanhou 200 novas famílias e as classificou em três categorias:

– a “neotradicional”, em que os casais têm uma relação extremamente sólida. As questões dos filhos de um lado ou de outro são resolvidas de forma cúmplice e firme, em parceria. Essas famílias não têm expectativas de perfeição e aprendem com os erros. Costuma ser a que dá mais certo, mas é também a mais rara;

– a “matriarcal”, em que a mãe é a figura central do grupo e o novo marido, padrasto de seus filhos, tem o papel de companheiro, mas mantém distância da rotina e da educação das crianças;

– a família “romântica”, em que se espera o mesmo padrão de afeto da família nuclear tradicional – e por isso seus membros não reagem bem aos conflitos normais desse tipo de arranjo. É nesse tipo, segundo Bray, que costuma haver a maior parte das separações. Casais que decidem formar uma nova família, segundo ele, precisam fazer uma espécie de “planejamento”. “Discutam o que caberá financeiramente a cada um, deixem claro o que cada um pode ou não pode em relação aos enteados. E, sobretudo, façam um pacto de fidelidade aos problemas um do outro. O casal é a base da família. Se está forte, todo o resto será beneficiado”, diz Bray.

Fernanda Carlos Borges, filósofa, autora do recém-lançado livro A Mulher do Pai (Summus Editorial), afirma que “a família que vive no imaginário coletivo ainda é a família nuclear. Mas a família não-nuclear é a realidade de metade dos brasileiros e está na discussão dos lares”. Segundo Fernanda, “quando há diferença entre essa família-padrão e a nova família, surgem a ansiedade e o sofrimento, porque ela não incorpora os personagens desse imaginário ultrapassado.”

Harmoniosos ou conflituosos, a tendência é que haja um aumento desses novos núcleos. Nas últimas duas décadas, o número de divórcios quadruplicou, segundo o IBGE. Em dez anos, o índice de casamentos que envolvem pelo menos um divorciado cresceu de 7% para 12%. Os números oficiais não representam inteiramente a realidade brasileira, composta de um número maior de enlaces informais, fora dos registros. São as “famílias reconstituídas” – como as classifica o meio acadêmico. Esse novo desenho de família é um fenômeno da sociedade ocidental. Nos Estados Unidos e na Europa, estima-se que as separações triplicaram desde os anos 70.

O CAÇULA
O professor Elton Maravalhas tem três filhos do primeiro casamento: Fernanda, de 15 anos (de verde), Rafaella, de 13 (de preto), e Felipe, de 11 ( de azul). A mulher, Ana Cláudia Vivacqua, tem um menino da primeria união, Gabriel, de 13 anos (de camiseta branca). Eles admitem que a caçula, Rebecca, de 2 anos, fruto da união do casal, desperta ciúme

Nesse quebra-cabeça, as famílias “recasadas” ainda se sentem incertas sobre seus papéis. Padrasto pode dar bronca? O filho de um pode dormir tarde e o do outro não? “Crianças de fim de semana” devem ajudar nas tarefas domésticas? Qual o papel de um adulto que convive com uma criança e não é pai ou mãe dela? Entre essas discussões, uma das mais comuns é o papel da madrasta. Na tese Mães e Madrastas: Mitos Sociais e Autoconceito, Denise Falcke, psicóloga e terapeuta de casais da PUC do Rio Grande do Sul, mostra quanto é difícil para a madrasta saber qual é o papel dela na família. “Qualquer atitude dela que aparentemente se afaste da idéia de mãe perfeita passa a ser sentida como uma ameaça da chegada da madrasta malvada”, diz Denise. “Se a madrasta exige alguma atitude dos enteados, algo cotidiano, como a arrumação da casa ou alguma reivindicação do companheiro em relação aos filhos, isso tudo logo é visto como falta de paciência ou maldade. Elas se sentem perdidas.” Denise constatou que as mulheres costumam ter mais ciúme que os homens e se colocam em desvantagem em relação aos filhos dos companheiros.

É mais comum a mulher ter ciúme e formar “triângulos” com o marido e os enteados que o padrasto com os filhos da mulher. Psicóloga e autora dos livros Quando o Homem da Sua Vida já Tem Filhos e 100% Madrasta, a paulistana Roberta Palermo criou a Associação de Madrastas e Enteados, que organiza encontros e palestras sobre o tema. No fórum do site da associação, madrastas trocam experiências e fazem desabafos quase sempre muito parecidos. Sentem-se desrespeitadas pelos enteados, injustiçadas pelos maridos e confrontadas por suas ex-esposas – que na gíria do fórum são chamadas de “exus”. Uma delas, em crise, escreve que o enteado adolescente resolveu morar com eles “logo agora que meu marido resolveu reverter a vasectomia para termos nosso bebê!”. “Madrastas e ex-mulheres são ingredientes de uma bomba-relógio”, diz Roberta, que diz ter superado os problemas iniciais que teve ao se casar com um pai de dois filhos pequenos.

Pai de cinco filhos, de 3 a 20 anos, de quatro casamentos, o empresário carioca Antônio Cardoso, de 52 anos, diz que o conflito entre as crianças e a mulher da vez pesou em seus dois últimos divórcios. “Sou um pai que gosta de estar presente. Ao me divorciar, nunca virei um ‘ex-pai’. Mas minha mulher sempre queria deixar os enteados de lado, e isso se agravava quando nascia o filho dela”, afirma. No atual casamento, em que teve duas filhas, hoje com 5 e 3 anos, Cardoso reconhece que não é diferente. Para passar mais tempo com os filhos dos relacionamentos anteriores, a solução foi chamá-los para trabalhar com ele. “Estou no centro de um cabo-de-guerra de ciúme e inseguranças, seja entre madrasta e enteados, seja entre os próprios meios-irmãos”, diz.

O conflito é maior enquanto a nova mulher ainda não tem filhos. “É a frustração do desejo de ser a primeira a dar filhos àquele homem”, diz o psicólogo Sócrates Nolasco

Não faltam obstáculos para a harmonia nos novos núcleos. “O primeiro deles é o desrespeito com o passado do outro”, diz Eliana Riberti, psicóloga e mediadora em Varas de Família de São Paulo. Nessas Varas, são comuns casos de homens e mulheres que não aceitam a proximidade entre seus companheiros atuais e os “ex” – e vice-versa. “A má influência dos ex também chega, indiretamente, através das crianças”, diz a psicóloga. É a “crise de fidelidade” dos filhos em relação ao pai ou à mãe responsável pela desavença: eles se tornam agressivos com o padrasto ou a madrasta, fazendo transbordar o ciúme.

O antigo arranjo do “fim de semana sim, outro não” deu lugar a vários tipos de acordo que dão ao homem separado mais tempo com os filhos de casamentos anteriores. Era inevitável que isso alterasse a relação desse homem com a nova companheira. “Quando a madrasta não aceita o enteado, na verdade não está aceitando o passado do marido. Um filho é um vínculo de carne e osso com a ex-mulher”, diz Anne Lise Scapatticci, psicanalista infantil e doutora em saúde mental pela Escola Paulista de Medicina. “E o pior: é um vínculo que vem antes dela.”

O leva e traz de uma casa para outra é muito comum. Os especialistas afirmam que usar as crianças como “pombos-correios” é um desrespeito às crianças. Casada com o analista de sistemas Alexandre Silva, de 39 anos, a veterinária carioca Bianca Couto é mãe de Paola, de 12, e madrasta de Camila, de 11. Bianca confessa que sempre questionou os mimos do marido com Camila. Ela queria continuar dormindo com o pai, como fazia antes do segundo casamento. A relação pouco amigável de Alexandre com a ex-mulher resultou num convívio frio entre Bianca e Camila. A situação piorou quando Bianca descobriu que a enteada contava para a mãe as brigas na casa do pai. “Perdi a paciência, briguei com o Alexandre e com a Camila. Depois conversamos. Mas a verdade é que, quando ela está, não me sinto à vontade, não sou eu mesma”, afirma Bianca. Camila diz apenas que acha “muito chata” a situação. Hoje, as duas fazem terapia para desatar os nós.

A disputa entre meios-irmãos por atenção pode até pôr fim a casamentos. Os desentendimentos entre a nova mulher, Renata, e os filhos acabaram com o relacionamento do paulista Ronaldo Toseti, hoje com 47 anos. Inicialmente, Ronaldo vivia com os filhos, de 17 e 14 anos, e namorava Renata. Quando todos passaram a viver sob o mesmo teto, Renata se incomodou. “Passei a exigir uma mudança de hábitos, uma divisão de tarefas, uma disciplina maior”, diz Renata. Ronaldo afirma que a filha não respeitava a privacidade da madrasta. “Eram brigas verbais sérias. Minha filha mexia nas coisas da Renata.” Essa situação durou quase um ano, até que o casal resolveu procurar uma terapeuta familiar. Até os filhos foram às sessões. Não adiantou. A filha voltou a morar com a mãe e o casamento acabou. “Fiquei muito mal. Emagreci, sofri, chorei. Fiquei sem mulher e sem filha”, afirma Ronaldo.

“As pessoas se separam para fugir de determinadas tensões e, ao se casar de novo, substituem-nas por outras”, diz o psicólogo carioca Sócrates Nolasco. Estudioso do universo masculino e autor de livros como O Mito da Masculinidade e De Tarzan a Homer Simpson (editora Rocco), ele diz que em seu consultório muitos homens em segundos e terceiros casamentos reclamam da rotina de ciúme e desentendimentos envolvendo filhos, ex-mulher e atual mulher. Os conflitos são maiores quando a nova mulher não tem filhos. “É a frustração do desejo de ser a primeira a dar filhos àquele homem”, diz Nolasco. Sob pressão de dois – ou mais – lados, os homens muitas vezes se calam, o que faz o problema crescer. “Eles receiam que o casamento fracasse novamente. Acabam cedendo à mulher para encerrar o assunto.”

Na família da dona de casa curitibana Ana Cláudia Vivacqua, de 37 anos, e do professor Elton Maravalhas, de 44, isso envolve muita gente. Maravalhas tem três filhos do primeiro casamento – Fernanda, de 15 anos, Rafaella, de 13, e Felipe, de 11. Ela tem um menino, Gabriel, de 13 anos, de sua primeira união. Juntos, têm ainda a pequena Rebecca, de 2 anos. “Confesso que achei que seria mais simples”, diz Elton. Todos têm ciúme da caçula, em especial Felipe, que por algum tempo foi o mais novo da casa. “Ele cria confusões para ter a minha atenção exclusiva”, diz o pai. De dois anos para cá, a convivência entre todos, que só ocorria nos fins de semana, passou a ser em tempo integral, desde que a mãe dos meninos perdeu a guarda das crianças, por problemas pessoais.

O casal tenta criar regras para o convívio de todos. Com sete pessoas e uma casa grande – comprada recentemente para acomodar todos –, é necessário que cada um contribua com alguma tarefa. Eles esbarram em um problema básico dos novos lares: como impor autoridade, quando não se é o pai (ou mãe)? Ana Cláudia, a madrasta, assumiu o papel de mãe. Mas não é mãe. Freqüentemente, quando Maravalhas chega do trabalho, recebe o que chama de “relatório do dia”. É comum que Ana Cláudia se queixe da desobediência dos enteados. Maravalhas confessa que muitas vezes não sabe que decisão tomar. “Esse arranjo de família ainda não tem manual”, diz.

Os conservadores culpam o modelo moderno de família pela existência de conflitos. Para o padre Jesus Orthal, teólogo e reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, a questão não começa na família reconstituída – e sim na família desfeita. “A separação contradiz o que foi prometido ao outro. Quando surgiu a lei do divórcio, falou-se em exceção. Hoje, virou regra. Separar-se é quase como mudar de roupa”, afirma.

ACORDOS
O diretor José Alvarenga e a atriz Helena Fernandes tiveram juntos Antônio, de 5 anos (de amarelo), e Lucas, de 4 (de verde). O filho de Helena, Yan, de 19 anos (de branco), e o de Alvarenga, Pedro, de 12 (de preto), tiveram de se adaptar. “Vivemos em eterna negociação”, diz a atriz

O diálogo é a receita básica de psicólogos para reorganizar a família. Casados há oito anos, o diretor de cinema e TV José Alvarenga, de 47 anos, e a atriz Helena Fernandes, de 39, têm quatro filhos: Yan, hoje com 19 anos, é do primeiro casamento dela; Pedro, de 12, é da união anterior dele. Juntos, têm Antônio, de 5, e Lucas, de 4. O casal diz que hoje consegue viver em harmonia, mas que o nascimento dos pequenos desestabilizou os mais velhos, que perderam o papel de “filhos únicos”. Yan teve de fazer terapia. “Eu sabia que meu espaço ia ser atropelado”, diz ele. Pedro se queixa até hoje. “Prefiro ficar na casa da minha mãe. Meus irmãos menores me chateiam o tempo todo”, afirma. Segundo Helena, nunca houve uma grande crise, mas a vida de família “é uma eterna negociação”.

Famílias irregulares sempre existiram no Brasil. Os europeus trouxeram para o Novo Mundo a família tradicional, sacramentada pela Igreja, com filhos legítimos educados de forma cristã. Mas a prática era bem diferente. “O que houve por aqui foram núcleos compostos também de concubinas, filhos ilegítimos, agregados, adotivos e mulheres sozinhas que enviuvavam e casavam-se novamente”, diz a historiadora Mary del Priore, autora do livro A Família no Brasil Colonial (editora Moderna). As mulheres entraram no mercado de trabalho, ganharam independência financeira e sexual e a família acompanhou essas transformações. “Hoje, nos debatemos entre o desejo de multiplicidade de parceiros sexuais e a estabilidade necessária aos filhos.”Apesar das mudanças, a família continua a ser o núcleo básico da sociedade, o espaço por excelência da transmissão de valores de uma geração para outra. “É em casa que aprendemos o que é certo e o que é errado. É ali que está a nossa sustentação”, afirma Mary del Priore.

A terapeuta de família paulistana Lídia Aratangy diz que, embora haja conflitos de naturezas diferentes, as saídas para a resolução dos problemas na nova família passam pelas mesmas da família tradicional: tolerância para lidar com as diferenças, bom humor para enfrentar as dificuldades e controle das próprias fantasias e inseguranças. Lídia alerta sobre o risco das generalizações. A tragédia de Isabella pôs os holofotes sobre um problema real das novas famílias, mas isso não deve resultar numa “demonização” das madrastas ou das uniões de casais separados. “Muitas crianças espancadas e seviciadas vêm de famílias ditas ‘estruturadas’. E muitas crianças felizes e bem cuidadas vivem entre a casa do pai e a casa da mãe”, afirma. Lembrar-se disso é o primeiro passo para uma convivência harmoniosa.

O caminho para viver em harmonia

Não apagar o passado

Obrigar o marido ou a mulher a não falar com, ignorar ou tratar mal o(a) ex – especialmente quando há filhos no meio – é um grande erro. Deve-se tratar do assunto com delicadeza, mas sem receio

Evitar comentários maldosos

Não se deve falar mal do pai ou da mãe do enteado na frente dele. “A tendência da criança é ser fiel aos pais. Isso a põe contra o padrasto ou a madrasta. É o começo da maioria dos conflitos”, diz a psicóloga e mediadora de família Eliane Riberti

Tratar o ciúme com leveza

Em vez de se afastar ao ver o cônjuge brincar com o enteado, é bom juntar-se à brincadeira. “Vale até abrir o jogo e dizer que quer um pedacinho dela para você também. Vai relaxar o ambiente”, diz a psicóloga Judy Osborne


Impor-se com diplomacia

Ao ouvir a célebre frase “Você não é minha mãe!”, não se deve responder no mesmo tom. “Diga que você não é a mãe, mas é alguém que se preocupa com ele”, diz a terapeuta Denise Falcke. Depois, pode-se relatar o que ocorreu ao pai da criança e pedir que ele converse com o filho


Criar regras claras

Crianças devem saber que na casa do pai é de um jeito e na da mãe pode ser de outro


Delimitar os espaços

O enteado deve respeitar o que é do padrasto ou da madrasta. Mesmo que seja uma criança pequena, cabe ao pai ou à mãe ensiná-la sobre a privacidade


Não engolir sapos

“É um dos comportamentos mais nocivos”, diz a filósofa Fernanda Borges. Conflitos devem ser discutidos


Tratar todos com igualdade

Tudo varia de acordo com a idade, mas abrir exceções e criar privilégios em casa cria confusão e incita a briga entre irmãos e meios-irmãos


Conquistar os enteados

É comum as crianças testarem a autoridade do padrasto ou da madrasta. Muitas vezes, elas fazem comparações favoráveis ao pai ou à mãe. Padrastos e madrastas devem ser compreensivos e não levar para o lado pessoal. Procurar conhecer os gostos do enteado e buscar assuntos em comum, que criem vínculos com ele, são idéias que reforçam o relacionamento

segunda-feira, 25 de maio de 2009

COMO TIRAR MANCHAS?

Como tirar manchas de óleo?
Você tem algumas opções para se livrar desta mancha.
Limpe o local com álcool ou benzina e lave em seguida com água e sabão neutro.
Outra opção é fazer uma mistura com uma parte de água oxigenada com quatro partes de água fria e passar em cima da mancha.
Em seguida lave com sabão em pó. Esta opção pode ser mais indicada para o tecido branco, pois o colorido pode desbotar.
Como tirar mancha de coca cola de tecidos?

Basta limpar a mancha com água bem fria ou até um pedaço de gelo. Depois lave normalmente. A água morna ou quente sempre ajuda a fixar a mancha.
O que fazer para tirar a mancha de molho de tomate?

Primeiro coloque detergente neutro em uma colher (chá) e despeje em um copo de água morna. Passe sobre a mancha. Em seguida, misture uma colher (chá) de amônia em meio copo de água.Passe sobre a mancha.Por fim, passe esfregue o local com uma esponja com sabão neutro e enxágüe com água.
Como tirar mancha de batom de tecido?

Você tem algumas opções para se livrar desta mancha. Limpe o local com álcool ou benzina e lave em seguida com água e sabão neutro. Outra opção é fazer uma mistura com uma parte de água oxigenada com quatro partes de água fria e passar em cima da mancha. Em seguida lave com sabão em pó. Esta opção pode ser mais indicada para o tecido branco, pois o colorido pode desbotar.
As camisas de cores claras do meu marido sempre ficam com manchas amareladas em baixo do braço. Como faço para tirá-las?

Essas manchas ocorrem porque provavelmente ele veste a camisa enquanto o desodorante ainda não secou. É a reação do desodorante ainda líquido com o suor. Para tirar esta mancha é preciso colocar sobre ela uma solução feita com metade de álcool e metade de amoníaco. Mas cuidado com este último produto, pois é tóxico. Outra opção é deixar a peça de roupa de molho em solução de água e sal.
Caiu shoyo na minha roupa. O que eu faço?

É fácil. Peça ao garçom um pouco de nabo ralado e esfregue em cima da onde caiu o shoyo. Você verá que as manchas irão sumir na hora. Se necessário, peça mais e repita o processo. Se, por algum acaso, você esquecer de fazer na hora, faça o mesmo logo que chegar em casa
Derramei vinho tinto na minha toalha favorita e não sei o que fazer.

Simples. Tire o excesso de vinho com um guardanapo, em seguida coloque um pano em baixo da toalha e coloque vinho branco em cima da mancha vermelha. Deixe um tempo e, em seguida, lave a mancha com água morna.
O que fazer quando a roupa do seu filho ou marido chega cheia de graxa?

Em primeiro lugar, retire o excesso da graxa com papel absorvente. Depois, misture aguarrás e água na mesma quantidade e aplique sobre a mancha. Outra opção é aplicar benzina sobre o local. Deixe agir por alguns minutos e lave normalmente.
O que fazer quando algo gorduroso cai na roupa?

Uma opção é colocar bastante talco em cima da mancha e deixar agir por algum tempo. O talco vai neutralizar a gordura. Depois, retire o excesso de talco e lave com sabão em pó. Se a mancha não sair, quando a roupa secar, passe talco sobre o local e repita o processo. Se o tecido for seda, coloque benzina ou éter em um algodão e aplique na mancha. Em seguida, lave normalmente.
Manchei uma roupa com ferro muito quente. O que faço agora?

O local precisa receber vapor de água.Para isto, ligue o chuveiro no mais quente possível, feche o banheiro e deixe a roupa no ambiente(não pode molhar ).Em seguida, misture sal e limão fazendo uma solução.Passe na mancha.Depois, lave - a normalmente.
Minhas lingeries brancas amarelam facilmente com o tempo. O que fazer?

Antes de lavá-la, deixe de molho em uma bacia com água e bicarbonato de sódio. Em seguida, lave-a normalmente. O amarelado irá sair. Se necessário, repita o processo antes da lavagem seguinte.
Roupas brancas que ficam guardadas por muito tempo ficam com manchas. Existe alguma forma de prevenir estas manchas?

Existe sim. Da mesma maneira que guardar um vestido de noiva exige cuidados extra especiais, roupas de festas brancas ou mesmo aquelas que não são muito usadas também merecem o mesmo cuidado, que aliás, é bem simples. Basta envolver a roupa ou vestido com um lençol azul e guardá-la, se possível, em uma caixa. Assim ela não amarela nem mancha.

5 maneiras de sobreviver aos eventos familiares.

5 maneiras de sobreviver aos eventos familiares.

Fazendo este joguinho, as reuniões em família serão praticamente indolores.

Mesmo que você tenha sido agraciada na loteria dos agregados, qeu seus sogros sejam uns amores,que seus cunhados sejam de ouro, e que seus enteados sejam as crianças perfeitas (tipo novela das 8), confesse: é dificil manter a sanidade quando eles vêm passar um final de semana com você...e quando é a semana inteira?

Mas, ao invés de fugir da sala para ter 5 minutos de paz no banheiro do seu quarto, tente ir conforme a maré. Isso vai fazer com que as horas passem mais suaves, mas ao mesmo tempo mais rapidas.

USE A LOUÇA ESPECIAL.


Aquela louça que eles deram para você, você deve usa-la. Isso mostra o quanto apreciou o presente deles. Se eles não te deram louça nenhuma, use mesmo assim uma diferente da que vocês têm no dia a dia. (nem que seja para mostrar quao linda é a sua louça)

VEJA COMO ELES FAZEM AS COISAS
A famlia do seu marido não tem "regras da casa" grudadas na testa, mas você sabe que eles acordam as7h00, tomam um banho, que todos jantam as 19h00...pelo menos neste periodo, estes sao os horarios da casa!!!

Ao invés de bater de frente com todos os seus habitos, mantenha pelo menos um. Lembre-se: seu jeito de fazer as coisas não é o único correto, aproveite o momento sem stress!

PRESENTES ESTRATÉGICOS...

Não, não é para sair e comprar War....ou então ir atras de todos os livros que eles te deram, e você nem lembra onde estão. Apenas diga - ah, estão no trabalho!!!! Eles não vao saber se está lá ou não..!!!!

se eles têm um cachorro...brinquedos para cachorro! As pessoas esquecem que o cachorrinho dos seus sogros/cunhados não é treinado, e que também morde os outros orque estranha.. O jeito de entrar de vez no coração deles é adotar o bichinho, virar melhor amigo. Compre brinquedos para o cachorro, uma guia nova, dê um ossinho diferente. Você vai evitar um problema enorme nos seus móveis, na suas pernas, e eles não vao te perturbar.

Mas vem o efeito colateral - o cachorro não vai querer te deixar. Repita 100 vezes estes mantras:

  • Eu aceito que depois desta suave e amavel tortura, o cachorro não vai se lembrar de mim da proxima vez que entrar em casa.
  • Eu (respire fundo) aceito que este golden retriver de 50 kg esteja parado na porta do meu quarto, e que eu tenha que saltar sobre ele para chegar no meu banheiro.

NÃO VENHA COM NOVIDADES...
Recomendações de restaurantes ou filmes são arriscadas. Nâo indique aquele restaurante de frutos do mar, porque pode ter alguem alergico. Nestas horas, é melhor não ser tão criativo. Haja com cuidado.

adaptação do original em ingles:
http://ideas.thenest.com/LoveandSex/Articles/5-ways-to-outsmart-your-inlaws/